O que é
O ramo cujo eixo NÃO cruza o do tubo principal — a tomada tangencial. A derivação comum exige que os dois eixos se cruzem, e com isso não faz esta: entrada de ciclone, alimentação em tanque, qualquer ramo posto de lado para o fluxo entrar girando em vez de bater de frente.
Onde se usa
Entradas tangenciais de ciclone e de hidrociclone, alimentação de tanque com giro, tomadas laterais em coletor, ramais deslocados por falta de espaço.
Medidas que o cálculo pede
-
D
Diâmetro
-
D2
Diâmetro 2
-
C
Comprimento do ramo
-
V
Deslocamento da boca
-
DV
Divisões
-
THK
Espessura
Exemplo resolvido
Valores que já vêm preenchidos no formulário, calculados pela própria ferramenta:
| Diâmetro |
150 mm |
| Diâmetro 2 |
500 mm |
| Comprimento do ramo |
500 mm |
| Deslocamento da boca |
160 mm |
| Divisões |
32 |
| Espessura |
5 mm |
| A planificação cabe em uma chapa de |
456 × 408 mm |
Perguntas frequentes
- O que muda no gabarito em relação à derivação comum?
- A simetria. Na derivação centrada a boca tem duas cavas iguais; aqui ela tem uma cava funda e uma rasa. No limite tangente a cava rasa some de vez e a boca encosta na geratriz lateral do tubo.
- O deslocamento pode chegar a encostar na lateral do tubo?
- Pode, e é justamente o caso que dá nome à peça: com o deslocamento mais o raio do ramo igual ao raio do tubo, o ramo fica tangente. O cálculo aceita a igualdade. Passando dela o ramo sairia pela lateral e não haveria boca fechada a cortar.
- De onde eu meço o comprimento?
- Do EIXO do tubo principal até a ponta do ramo, como na derivação comum — a cota centro a face.
- E com deslocamento zero?
- A peça é exatamente a derivação comum em 90 graus, e as duas estão neste catálogo. Conferi estação a estação: dão as mesmas alturas, sem diferença nenhuma.